"Não alcançamos a liberdade buscando- a a qualquer 

preço, mas sim, idealizando honestamente a verdade 

sobre quem somos. A liberdade não é um fim, ela é 

apenas mais uma consequência das nossas 

escolhas." 


Darléa Zacharias 




* Texto com direitos autorais
Olá, meus amores! Acabaram de chegar 60 livros da Editora. Quem estiver interessado, é só me avisar! Estarei enviando para todo o Brasil sem custo de Sedex.


Bjs

A ganhadora do livro: Jonas Lima.


Obrigada por sua participação no Blog. Fiquei muito feliz em contemplá-la como ganhadora da promoção do mês de dezembro! É um prazer presentear pessoas maravilhosas como você. Obrigada pelo carinho! Espero que o livro possa, de alguma forma ajudar. Desejo-lhe, de coração, uma agradável leitura. Bjs, querida!



Brasil se inspira nos EUA para tratamento de dependentes de crack

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O Dom de Recomeçar! Slideshow Slideshow

O Dom de Recomeçar! Slideshow Slideshow: TripAdvisor™ TripWow ★ O Dom de Recomeçar! Slideshow Slideshow ★ to Rio de Janeiro. Stunning free travel slideshows on TripAdvisor * Texto com direitos autorais

Matéria sobre a Codependência

http://codependencia-anonimos.blogspot.com/2010/03/eu-minha-codependencia-e-os-adictos-da.html


sexta-feira, 5 de março de 2010

Eu, minha codependência e os adictos da minha vida, por Dárlea Zacharias

 
Leia o artigo da autora do livro "Drogas: o árduo caminho de volta", Dárlea Zacharias. Obrigada querida Dárlea por compartilhar conosco a sua vivência!

Eu, minha codependência e os adictos da minha vida.
Por Dárlea Zacharias

Falar de como me sinto sendo uma adicta em recuperação e de que maneira me posiciono perante "meus adictos" não é difícil, venho aprendendo através dos 12 passos a construir a minha cerca, falando para eles: Eu te amo, mas não concordo com o seu comportamento sigo usando acertividade e colocando limites em minhas preocupações e meus comportamentos. A mudança deve partir em primeiro lugar de mim, o resto é consequencia.
Por toda minha vida, estabeleci uma relação de amor e ódio com eles, que me esgotou completamente emocionalmente.
A alternância de identidade dos mesmos, o poder de auto- sabotagem, o descontrole emocional que acabava me contagiando, a minha falta de habilidade em ser mais acertiva e menos permissiva, me impediam de tomar atitudes onde eu pudesse me colocar em primeiro plano naquelas relações.
Por vezes, olhá-los fixamente e pensar durante alguns instantes em sua partida, foi o que me deu forças para prosseguir. Pensar em como minha vida seria diferente e em como eu seria mais feliz sem te-los por perto era um pensamento egoísta, mas, era o muro de auto proteção, que me protegeria de ser alcançada por eles.
Sei que é estranho para quem nunca viveu um problema assim compreender tais pensamentos, mas, só quem passa ou passou, consegue entender a ténue linha da razão e da insanidade que toma conta de nossas mentes, quando somos de alguma forma, manipulados, usados, desmerecidos, desconsiderados, descartados , imobilizados e abusados afetivamente por eles.
É como um túnel, um vazio... A culpa é um eco que teima em gritar que fracassamos de todas e imagináveis maneiras. Uma voz que nos diz o quanto somos tolos em amá-los sem que eles sequer mereçam nosso amor e as nossas lágrimas. Porém, como exigir amor de uma pessoa que não consegue se amar? Se a pessoa usa droga ele não se ama, então como pode dar o que ele não tem para si mesmo?
A sensação de ser nada para eles, nos dilui. A certeza de sermos apenas, provedores de formas compulsivas de uso, nos paralisa e desespera.
Nos tornamos obcecados por sua melhora e adoecemos com eles, a cada dia um pouco mais.
Buscamos resolver seus problemas, quando na verdade não enxergamos a dimensão do nosso. Não conseguimos compreender que nossas vidas param juntamente com a dele .Temos medo do toque do telefone, da campanhinha,viramos refém do medo.
Não temos como ajudá-los, se eles assim não quiserem e isso é fato. E, isso nos destrói. Pois, se tivessemos o poder de controlá-los, saberíamos exatamente o que fazer, mas não temos este poder e isso nos paralisa.
Não conseguimos entender o motivo de tanta revolta e insanidade e a cada mentira e tentativa frustrada de ajudá-los, nos afundamos mais e mais na codependência ativa.
Sabemos no fundo de nossos corações, que amamos nossos adictos. Mas, precisamos permitir que eles cheguem a seus próprios fundo de poços. Não temos o poder de estancar o processo de desmoralização e degradação e agimos dominados pelo desespero e sofremos.
Lidar com a frustração e com o medo, é terrível. Sabemos que ele ou ela tem um potencial gigantesco, mas usam essas virtudes como arma mortal em sua adicção ativa e observar isso dói...
Como continuar a amá-los se eles tornara-se nossos apaixonantes arquiinimigos? É um paradoxo no mínimo contraditório.
Vivemos em uma montanha russa de emoções, que nos puxam para baixo em força centrifuga e esmagadora.
Eles matam nossos sonhos, nossa coragem, nossa força e nossa frágil auto-estima. Empobrecemos nossa mente e espírito; E, nosso físico já debilitado pede cama e isolamento. Quando entra em processo de crise depressiva, preferimos não encarar nossa realidade. Conviver com eles, é um desafio, um ciclo mortal que recomeça a cada bom dia. Ao ve-los temos um pressagio de uma nova armação da parte deles. A cada cruzada de olhar, parecemos prever todo o desenrolar do dia. Sabemos que estamos prestes a reviver o mesmo pesadelo de ontem. Nossa intuição nos diz que todo o processo de auto destruição está prestes a recomeçar. Enquanto os observamos desesperados, querendo mais uma dose, constatamos nossa impotência. Eles andam pela casa sem rumo, nervosos, pálidos, ansiosos, procurando maneiras e meios de usar. E, nos, como co- dependentes inveterados e obedientes a nossa doença, o acompanhamos e partilhamos de sua infinda agonia. Nos deparamos com este quadros e perguntamos mentalmente: O que será que vai acontecer agora? E, mais uma vez dominados por nossa doença aceitamos o torpe convite para compartilhar seus processos de agonia e destruição.
Em alguns em raros momentos, depois da euforia do uso, pedem colo, perdão e com partilham a sua dor e arrependimentos. Isso faz de nós responsáveis e cúmplices, nos remetendo a uma responsabilidade individual pela vida deles. Como se tivéssemos a obrigação de ajudá-los a qualquer preço e ficamos mais fracos, vulneráveis e impotentes. Então, a teia de ressentimentos e mágoas que começa a ser tecida envolvida pela auto piedade, nos envolve, impedindo uma iniciativa de libertação. Tolindo nossa capacidade de ação e decisão.
Se pudéssemos, trocaríamos de lugar com eles, apenas para não os vê-los sofrer. Estaríamos certos de que, em posições diferentes, reverteríamos o quadro de destruição e que saberíamos o que fazer...
Damos o nosso melhor para convencê-los de que o que vivem não é certo, não é bom. E, quando achamos em um ápice de auto- engano, que conseguimos persuadi-los, recomeça todo o ciclo mortal novamente. Recuperamos nossa esperança apenas para perde-la no momento seguinte. Nossas expectativas irreais nos esgotam mentalmente e emocionalmente. Perdemos até mesmo a capacidade de rezar... Nossas mentes não param de trabalhar tentando achar uma solução para tudo que estamos vivendo.
Precisamos nos render, somos impotentes perante eles. Não somos culpados por nos sentirmos assim. Mas, somos responsáveis em tentar mudar o que se passa dentro de nós, colocando ação para modificar aquelas coisas que podemos.
Não podemos nos impedir de pensar ou sentirmos dor diante da situação em que eles se encontram, mas podemos não agir em função desses pensamentos e sentimentos. Precisamos não ceder aos nossos instintos protetores.
Precisamos pensar em nós e tentarmos nos colocar em primeiro lugar naquela relação. Podemos abrir mão de remoer soluções irreais e começar a entregar a situação nas mãos de quem realmente pode resolve-la: Deus!
Substituimos ódio e amor doentio, por fé e entrega.
"Desligar-se emocionalmente não significa abandono, significa que não estamos mais lutando, estamos entregando."
Saimos da frente de Deus e o deixamos agir segundo a sua vontade. Não podemos passar pelos fundos de poços juntamente com nossos adictos. Eles mesmos tem que passar individualmente. Pode ser cruel, mas a derrota é um ingrediente necessário para o inicio da rendição e da admissão que se tem um problema e até mesmo para a chegada de um pedido de ajuda.
Enquanto a família for a "facilitadora" do uso, poderá estar matando seu adicto. Aprendemos a importância da palavra NÃO!
Não podemos mudar o outro, só podemos modificar a nós mesmos. Por mais que tentemos controlar o outro, sempre fracassaremos em nossas investidas. Devemos nos perguntar até que ponto esta esgotante jornada de controle valerá a pena? Devemos ser honestos conosco, e por um instante e questionarmos: Podemos controlar nossos adictos? Podemos lidar com eles sem nos descontrolarmos a todo instante? Podemos modificá-los? A resposta é bem simples e óbvia: Não podemos controlar nossas ações, impulsos, emoções e por fim, não podemos moldar o outro a nossa maneira. Podemos mudar somente a nós mesmos e admitir isso, já é um bom começo para inicialização da recuperação da co-dependência.
"Hoje, começo a entender que o amor não pode estar condicionado a nada.
Que amor e controle juntos, não é amor, mas sim doença.
Se eu não libertar, jamais me sentirei livre também."
Devo orar por sanidade e cuidar-me através dos princípios esprituais de honestidade, mente aberta e boa vontade, Para que minha mão possa estar estendida na hora certa em que o pedido de ajuda vier.
E, que o meu emocional ,mental e espiritual estejam sincronizados, na mesma sintonia, NADA MUDA SE EU NÃO MUDAR!
O melhor sempre está por vir.

Arrogância





Geralmente, quando estou bem comigo mesma, eu consigo deixar  as coisas que me incomodam passarem batidas, mas quando não estou bem, e nem com auto aceitação, qualquer coisinha vira um estopim para que eu exploda. Muitas vezes, faço isso com uma impulsividade infantil, e em 99% das vezes que me comporto assim, me arrependo. Hoje, eu não preciso mais estar com a razão... eu tenho um programa, um Deus, tenho vocês que me ensinam como ser e também como não ser. Não preciso mais ser impulsiva. Posso pensar antes de falar, sendo assertiva sem ser agradadora, concordar sem ser desagradável, e por aí vai. Eu vejo que eu não sou isso ou aquilo, procuro não me rotular, às vezes eu estou arrogante, intolerante, mas não há  nada que o Poder Superior e o programa não resolva.Assim eu vou vivendo. Errando, acertando, mas com certeza errando menos, e principalmente erros novos. Eu estou aprendendo a medir as minhas palavras e a contar até 10 antes de responder alguém com aspereza e arrogância. Só por hoje, eu sei que ainda tenho inúmeros defeitos, mas procuro, através do programa, não permitir atuar sobre eles. Deus remove os meus defeitos de caráter, mas eles ainda estão aqui dentro de mim, esperando para assumirem novamente o controle da minha vida. Basta uma atitude de indiferença ou intolerância com os princípios espirituais, para que eles voltem aflorados pela minha prepotência, arrogância e auto suficiência! Só por hoje, a mudança é um processo que requer prática, e ela é dolorosa. Mas vale a pena tentar!











* Texto com direitos autorais

Amor e controle


"O verdadeiro amor não pode estar condicionado a nada. Amor e controle, andam em linhas divergentes, de mão dupla. De vez enquanto, eles até se esbarrarão, mas sempre caminharão em direção opostas... Precisamos libertar, para nos sentirmos livres também!" Darléa Zacharias



* Texto com direitos autorais

Nós amamos demais...





Eu entendo muito bem o que co- dependentes relatam, por que sou uma também... É duro amar desmedidamente, colocando a outra pessoa sempre em primeiro lugar em nossas vidas, mesmo que não queiramos. Pensamos que estamos dando o nosso melhor, empenhando-nos ao máximo para ajudá-los, mas eles não aceitam a nossa ajuda. Eles não querem ser ajudados e nem se ajudarem.. Eles preferem o lado obscuro da obsessão e da compulsão, mesmo sabendo que não estão se matando sozinhos. Quando fracassam, levam consigo um pouco de nós e a nossa esperança de vê-los desfrutando uma vida melhor; bem diferente do que estão vivendo. E, o que mais queríamos, era termos o dom de modifica-los, mas não podemos. Choramos, nos anulamos e nos perdemos, para percebermos que somos tão impotentes perante eles, quanto somos em relação ao sol, a chuva e aos efeitos naturais da vida. Precisamos soltar as amarras, mesmo nos desesperando a cada abertura de nó que nos prende à eles. Precisamos libertá-los para que possamos respirar profundamente, e seguir as nossas vidas. Por que embora não pareça, ainda temos uma vida, mas não a vivemos... Não podemos morrer aos poucos por quem não quer aceitar viver dignamente. Só podemos orar, e tratar com mais atenção as nossas profundas feridas. Amamos demais, por que somos co- dependentes inveterados. Somos adoráveis réus confessos. Muitos julga-nos, mas e daí? Só quem sabe como é ver a vida de cabeça para baixo, escorrendo por entre os nossos dedos, entende-nos quando dizemos: Eu daria tudo por ele, e faria qualquer coisa para viver um períodozinho da vida com só um tiquinho de paz... Mas, até quando nos contentaremos com a migalhas? Podemos nos fartar de um banquete, ou vivermos exatamente das sobras deste nosso amor doentio que sentimos e pelo desprezo que alimentamos por nós e pela nossa incapacidade de mudar o jogo da própria vida.

Darléa Zacharias

Texto com direitos autorais:

Trecho do livro "Drogas a apnéia da vida" ainda em fase de edição, aguardem.



Auto sabotagem


Sua vida pode ser um grande fardo, graças às pedras que você vem levado junto pelo caminho. E não se engane: as pedras que geralmente pesam, não são visíveis aos seus olhos.

Por isso, as pedras talvez não sejam o seu marido, sua esposa, seu companheiro, seu chefe, seu vizinho.... Talvez sejam apenas seu julgamento sobre as pessoas e as coisas, as mágoas que sente e o valor que dá a tudo isso.

Afinal, você engrandece aquilo que mais alimenta. Por isso, falar é entrar na energia das coisas... Falar por horas sobre o problema não lhe ajuda a superá-lo, ajuda sim, a pensar nele e a torná-lo maior do que ele é.

Talvez você receba atenção quando dramatiza algo, mas reflita se esta atenção não tem sido um peso para as pessoas que lhe oferecem e o quanto elas permanecem ao seu lado em seus processos de vítima?

Pergunte-se o que verdadeiramente você tem a ganhar alimentando o negativo? 
"Falar por horas sobre o problema não lhe ajuda a superá-lo, ajuda sim, a pensar nele e a torná-lo maior do que ele é".
Recorde-se sim, das vezes em que as pessoas ficam ao seu lado, quando você é simplesmente aquilo que é.... sem ter que esboçar um personagem, apenas fluindo, leve, sorrindo e distribuindo o que você tem de melhor.

Lembre-se, são nesses momentos que você é atraente. Você atrai tudo o que deseja pra sua vida nesses momentos, porque confia em você.

Porque deixa de ser comandada pelo medo e age pelo amor. Agir pelo amor é não ter que programar o que fazer, é simplesmente ser!

Ser você, sem ter que diminuir ninguém para você "aparecer". Você pode se dar aquilo que espera que as pessoas lhe deem!

Confie em seu coração, sinta... Confie no amor que você é e distribui! Retome seus projetos e desejos que ficaram encostados em qualquer parte do tempo, reveja seus sonhos, dê força a eles.... 


Diga a você mesmo o quanto você merece! Diga a você mesmo que você está ao seu lado, aconteça o que houver! Não seja mais seu sabotador interno!

Você é um guerreiro da luz! Use suas ferramentas de paz. Realize as mudanças trabalhando por elas, tenha disciplina para aprender as lições que precisa e não voltá-las a repeti-las.

Tudo está sempre em constante evolução. Siga o curso do rio, abra seu coração e principalmente, seja feliz! 
Fernanda Lopes de Luzia

Amor incondiciomal


Faça uma reflexão em sua vida e pergunte-se se você exercita o amor incondicional. O verdadeiro amor não coloca condições, não coloca distâncias, não coloca empecilhos. 


O amor verdadeiro é livre, livre do ego, da vaidade, de querer atender a si mesmo. É altruísta. Pensa no outro antes de si mesmo. E coloca toda a sua atenção naquilo que ama. Sem apego! É todo ouvido, todo coração, braços e mãos, pernas e pés. É todo olhos, sentidos. É inteiro naquilo que é. O amor incondicional se entrega, não conhece o medo. Se este se aproxima, anula-o em função de algo maior. O amor é coragem, é a força que anima a alma. O amor é alegria e não cansaço! O amor verdadeiro não conhece a palavra ?meu?, porque entende que o outro é um ser individual e que somente entrando em ?seu? coração, pode compreender e partilhar. O amor não é o que é por expectativas. Não é temporal. É permanência, fluidez. Não conhece a culpa. Conhece a desculpa, o perdão. Porque é livre de julgamentos e condenações Aproxima, ao invés de afastar. Fala baixo, ao invés de gritar. Porque a nada e a ninguém quer impor-se. O amor incondicional é mais ouvidos do que verbo. É mais gestos que palavras. 

O amor vai onde a necessidade está, onde há o vazio. Não escolhe, por vezes, aquilo que agrada a si mesmo, mas onde é útil o seu coração. Sabe que os excessos são prejudiciais e conhece as medidas certas de se doar, sem invadir o outro. O amor incondicional transforma. É príncipe da tolerância e do respeito, guerreiro sem armas de fogo, força da suavidade e compaixão honesta, caridade profunda. Vai além de seus próprios problemas, porque reconhece que os outros também os têm. Questione-se de suas expectativas mediante àqueles que você diz amar; se você os ama somente quando o agradam; se você é capaz de amar quando ninguém é capaz de fazer o mesmo. Pergunte-se se você é capaz de ser luz na escuridão, de sorrir quando o outro é agressividade; se sabe respeitar o livre arbítrio alheio, e não somente o seu e se é capaz de não impor a sua verdade e compreender a verdade alheia. Será que você é capaz de entrar no coração de seu filho, irmão, companheiro ou companheira, amigo ou patrão ou vizinho? Você se permite conhecer um desconhecido ou então conhecer a fundo aqueles a quem acha que já conhece há tempos? É capaz de olhar além das aparências e do superficial e se deixar enxergar o que somente o coração é capaz? Será que é capaz de deixar de aleijar as pessoas que ama e ajudá-las a aprenderem a andar? Pergunte-se se é capaz de compreender que desapegando-se daqueles que ama, você caminha lado a lado com eles. Você os olha na mesma altura dos olhos. Você os sente com a mesma batida do coração. Perceba que você não é menos ou mais do que aqueles que o geraram, de que você não é menos ou mais do que aqueles que o contrataram. 

Deixe de lado suas pobres expectativas ou suas frustrações, ou suas ilusões Experimente somente estar presente. Sentir, ao invés de rotular a si e ao outro Experimentar o amor ao invés da lamentação. Ser grato por tudo o que é, por tudo o que agora lhe serve. Experimente as dimensões de seu coração em sua totalidade! Quem acha fazer um favor (condicional) oferece um empréstimo. Quem ama incondicionalmente faz uma doação.  

Eu, em primeiro lugar...






Se coloque em primeiro lugar na relação, trabalhe auto estima, e viva um dia de cada vez. Não existe dor que perdure para sempre, acredite. Podemos sentir as nossas dores emocionais e crescer, ou optarmos por sofrer, arrastando para todos os lados que formos uma relação falida e adoecida. Precisamos primeiramente tratar as nossas deficiências emocionais e modificar-nos, aceitando as outras pessoas incondicionalmente em nossas vidas, independentemente do momento que ela esteja vivendo. Só aprenderemos amar de verdade, quando pudermos encontrar dentro de nós a capacidade de respeitar a decisão da outra pessoa, seja ela qual for. Só assim, estaremos mais conscientes de nós mesmos e seguiremos o nosso caminho respeitando-nos também. Não podemos sofrer as consequencias das escolhas alheias; só podemos preparar-nos emocionalmente e espiritualmente para lidarmos com as coisas que não podemos modificar ou controlar, procurando entender o momento do outro. É difícil, mas é possível! 

Darléa Zacharias

Eu acho que não tínhamos a menor ideia de como na verdade, os nossos familiares se sentiam...                                                                                                     Tenho recebido dezenas de e-mails de mães desesperadas, relatando as suas dores. Elas são a minha motivação para não desistir de escrever e passar horas a fio tentando, de alguma forma ajudá-las. Tudo que eu escrevo é por elas e para elas...

Co-dependência.

o amamos...
É muito triste quando o grande amor da nossa vida vira o nosso mais apaixonante arqui inimigo... Para sobrevivermos a nossa total dependência e vulnerabilidade, temos que nos proteger, fazendo um desligamento emocional daquele que tanto amamos...

A adicção levou mais um...Triste demais!

Eu estou triste pelo falecimento da companheira. Infelizmente esta doença levou mais um... Não digo que ver um adicto morto me ajuda, por que realmente não me ajuda em nada. Adicto que me ajuda é aquele que está se recuperando, morto ele não me serve de nada. Eu não me alimento de dejetos, mas sim de vida. Eu me mantenho vigilante, por sei que esta doença leva-nos a três unicos caminhos: prisão, instituição e morte...não necessariamente nesta ordem! 


Nesta vida não somos nada. Para que tanto orgulho, intolerância, ganância e prepotência, se tudo que temos de mais precioso é a nossa recuperação e uns aos outros...Isso é realmente o que importa. Esta doença é assim, ela te isola, corroí os seus sonhos, e mente o tempo todo dizendo que para você não tem mais jeito e que não está valendo à pena, e por fim, mata-nos covardemente. Somos afortunados em estarmos limpos e vivos, e por estarmos nos dando a oportunidade de sentir as dores da vida como ela é. 


Só por hoje, a única certeza que eu tenho é que não vou usar, haja o que houver, morra quem morrer, nasça quem nascer. Obrigada por existirem em minha vida. Sem vocês eu sou um carro bomba desgovernado!

Co-dependencia

*







Eu acho que não tínhamos a menor ideia de como na verdade, os nossos familiares se sentiam...                                                                                                                      Tenho dezenas de e-mails de mães desesperadas, me relatando as suas dores. Elas são a minha motivação para não desistir de escrever e passar horas a fio tentando, de algumas forma ajudá-las. Tudo que eu escrevo é por elas e para elas...

Precisamos libertar!

Para vivermos bem conosco  e com os "nossos adictos" precisamos libertá-los da nossa tentativa de controle.  Porque amor em demasia, não é amor, é a doença em alto estágio de evolução, progredindo rapidamente, causando um  relacionamento frustrante, marcado pelas mágoas. E, esta relação realmente sugará todo o nosso mental e espiritual.


Darléa Zacharias

O próximo livro abordará o tema adicção e co- dependência, aguardem!

                                                                                                 






Eu havia decidido parar de escrever, mas percebi que eu poderia ajudar, através da minha experiência pessoal a muitas pessoas que sofrem nas garras da doença da adicção, seja como adicto ou como co- dependente, e vi que falar do que vivi era mais um desígnio de Deus em minha vida. Em meu segundo livro, eu abordo este tema por que sou uma co-dependente e também uma adicta em recuperação. Setenta por cento dos meus leitores são co- dependentes, e na maioria das vezes, são mães absolutamente desesperadas... O adicto, de alguma forma conhece NA, por que já ouviu falar da irmandade; enquanto os seus familiares ficam perdidos, sem saberem onde procurar ajuda para tratarem da sua própria doença. Por isso, em meu livro eu falo de Nar- Anon, Amor exigente, e outras irmandades que podem auxilia-los a encontrarem também o caminho para a liberdade e para a recuperação. 

Obrigada pelo carinho! Aguardem o meu próximo livro. Tenho certeza que você irá se identificar... 




Bjs meus amores. Bjs

Gratidão

Lembre-se dos dias em que você rezava pelas coisas que reclama agora!!         Seja grato!!